Areia dá lugar a garrafa PET na composição de blocos de concreto

A Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul (UEMS) prova ao mercado de concreto que é viável agregar resíduos de garrafas PET na fabricação de blocos de concreto. A constatação partiu de uma pesquisa desenvolvida pela universidade. Durante o estudo, foram substituídos 15% da quantidade de areia por pó de garrafas.

A realização do trabalho partiu do pressuposto de que no Brasil há um consumo anual de aproximadamente 250 bilhões de unidades de garrafa PET. De acordo com dados do 9º Censo da Reciclagem do PET, realizado pela ABIPET (Associação Brasileira da Indústria PET), desse total, cerca de 4,7 bilhões são lançadas no meio ambiente e 294 mil toneladas são recicladas por ano.

De acordo com a universidade os resultados iniciais são animadores no que se refere à resistência mecânica, porosidade e absorção de água. A classificação C foi dada aos objetos que participaram da pesquisa.

Reciclagem de resíduos metálicos

Com o crescente debate e conscientização acerca dos impactos ambientais gerados pela humanidade, antes de qualquer definição ou mesmo regulamentação, é importante sempre se adiantar e contribuir para um futuro melhor causando menos danos ao meio ambiente e, claro, fazendo sempre sua pequena parte.

A RCO mantém em seu processo produtivo e em áreas admistrativas a rotina de coleta seletiva de lixo reciclável. Devido ao seu segmento de atuação, a empresa gera mais resíduos sólidos metálicos como cavacos de usinagem, pequenas sobras de chapas, pó metálicos de serras e soldas, além de fitas metálicas usadas no transporte de chapas e tubos dos fornecedores para a RCO.

Todo essa material metálico é destinado a entrepostos de coleta de material reciclável para destino correto em processos de reciclagem e reaproveitamento.