CNI vê aceleração da economia em 2020 e projeta alta de 2,8% para o PIB industrial

Fonte: G1

Expectativa é de crescimento de 2,5% do Produto Interno Bruto no próximo ano. Organização avalia que construção civil será o principal motor do crescimento em 2020.

A economia brasileira deve acelerar no próximo ano, com aumento de 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB), contra 1,2% neste ano. É o que indica estimativa divulgada nesta terça-feira (17) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), por meio de edição especial do Informe Conjuntural.

“A garantia de que esse crescimento vai se materializar, de que o crescimento vai aparecer, é a continuidade das mudanças na economia, que vão gerar melhor ambiente de negócios e mais segurança para as empresa investirem mais, contratarem mais”, avaliou o economista da organização, Flavio Castelo Branco.

As expectativas correm a favor do PIB industrial, do mercado de trabalho e apresenta um comportamento favorável sobre inflação, juros e dólar.

Veja a notícia do G1 completa neste link: https://g1.globo.com/economia/noticia/2019/12/17/cni-ve-economia-acelerando-em-2020-e-projeta-alta-de-28percent-para-o-pib-industrial.ghtml

 

FIT contribui em reportagem do Portal AECWeb

Saiba como evitar interrupções na concretagem

Confira as principais recomendações para o evitar problemas causados pela descontinuidade do fornecimento de concreto

Um dos momentos mais delicados na execução de estruturas moldadas in loco, o lançamento do concreto deve ser precedido de um planejamento rigoroso, capaz de garantir previsibilidade a esta etapa. Quando isso não acontece, a concretagem fica sujeita a interrupções, algo que deve ser evitado, sempre que possível.

“Muitas concretagens são interrompidas por diversas falhas, da logística das concreteiras, de problemas no planejamento da obra, além de fatores não previsíveis”, diz Mauro Santos, gestor da Fit Concreto.

Veja matéria na íntegra clicando aqui.

Indústrias brasileiras seguem em recuperação

Fonte: G1

PIB do Brasil cresce 0,6% no 3º trimestre, puxado pelo consumo das famílias

Resultado mostra leve aceleração do ritmo de recuperação entre julho e setembro. Resultado do 2º trimestre foi revisado para uma alta 0,5%, ante leitura anterior de avanço de 0,4%.

Por Darlan Alvarenga e Daniel Silveira, G1 — São Paulo e Rio de Janeiro

 

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,6% no 3º trimestre, na comparação com o 2º trimestre, puxado pelo consumo das famílias e pelo investimento privado, segundo divulgou nesta terça-feira (3) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em valores correntes, o PIB totalizou R$ 1,842 trilhão.

Em relação ao 3º trimestre do ano passado, o crescimento foi de 1,2% – a décima primeira alta consecutiva nesta base de comparação.

O resultado mostra uma leve aceleração na trajetória de recuperação da economia entre julho e setembro, embora em ritmo ainda fraco e mais lento do que se esperava no começo do ano.

Veja a notícia do G1 completa neste link: https://g1.globo.com/economia/noticia/2019/12/03/pib-do-brasil-cresce-06percent-no-3o-trimestre-diz-ibge.ghtml

Grupo RCO contribui com o Natal das crianças no Casmoçu

O Grupo RCO aderiu à campanha Natal Solidário, do Centro de Ação Social Casmoçu, pela primeira vez. E o sucesso da ação já pode ser medido. Foram cerca de 116 adeptos. Sim, esse é o número de crianças apadrinhadas pelos colaboradores da empresa, aos quais a diretoria parabeniza e agradece pelo espírito solidário.

A campanha é liderada pelo Casmoçu, com o intuito de arrecadar brinquedos e fazer as crianças atendidas mais felizes no Natal. A metodologia foi simples: o colaborador escolheu uma cartinha, escrita por uma das crianças. Nessa cartinha constava se era menino ou menina. Ao escolher, a criança foi automaticamente apadrinhada e agraciada com um brinquedo.

No Grupo RCO, a arrecadação ocorreu até 09.12 e podemos dizer que nós contribuímos para fazer os Natais de mais de um sétimo, das cerca de 700 crianças que o Casmoçu atende, mais felizes.

Setor de equipamentos confirma recuperação e cresce 31%

Crédito: InfraROI

Foto da linha de produção das retroescavadeiras série F2 em Campo Largo (PR) – Crédito Rodrigo Conceição Santos

Rodrigo Conceição Santos – 29.11.2019 –

A Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração (Sobratema) divulgou ontem o estudo de mercado prevendo que o setor de equipamentos da linha amarela deve crescer 31% neste ano. Se confirmada a projeção, o mercado deve consumir 16,6 mil equipamentos, contra 12,6 mil do ano passado. O resultado surpreendeu positivamente a própria Sobratema, que previa um mercado semelhante ao de 2018.

São considerados equipamentos da linha amarela os tratores de esteiras, retroescavadeiras, pás carregadeiras, mini escavadeiras, escavadeiras, caminhões fora de estrada, rolos compactadores, motoniveladoras e mini carregadeiras. Incluindo outros equipamentos como tratores de pneus e caminhões rodoviários aplicados na construção civil, o volume de vendas deve chegar a 26,4 mil unidades, o que representa crescimento ainda maior, de 37%. “É um avanço importante, mas não podemos deixar de lembrar que em 2014, recorde histórico do mercado, foram 70 mil equipamentos comercializados, sendo 30 mil só da linha amarela”, diz Eurimilson Daniel, vice-presidente da Sobratema.

Pelo lado positivo, ele pondera, os fabricantes de equipamentos estão vendendo em 2019 o dobro do que foi vendido em 2017. “E, dos 16,6 mil equipamentos da linha amarela que devem ser vendidos neste ano, mais de 13 mil são de fabricação nacional, mostrando que a indústria local pode se fortalecer”, avalia Daniel.

Modelos de destaque
Avaliando classes de equipamentos isoladamente, alguns tipos como autobetoneiras, telehandlers e plataformas aéreas de trabalho tiveram crescimento mais acentuado. Neste ano devem ser vendidas, por exemplo, 470 autobetoneiras, contra 175 mapeadas no ano passado.

Os caminhões rodoviários emplacados devem chegar a 6,5 mil unidades, ante 4,6 mil em 2018. Já as vendas de plataformas aéreas de trabalho chegaram perto de 2 mil unidades, crescendo 75%. Destoa o setor de guindastes, cujas 4 unidades vendidas são muito menos do que as 32 de 2018.

 

O Estudo da Sobratema é uma sondagem feita entre os vendedores de equipamentos e seus consumidores. Ou seja, ela escuta fabricantes e dealers como fornecedores. As construtoras e locadoras são as compradoras e, ente elas, a expectativa para os próximos anos é alta e ancorada no dado de que 45% aumentaram a frota neste ano. Nessa mesma pesquisa, no ano passado, 58% disseram que a frota diminuiu em relação a 2017.

Isso reflete também na mão de obra, pois 61% dos compradores de equipamentos disseram que contrataram em 2019. No ano anterior foi quase o inverso: 57% demitiram.

Nesse aspecto do levantamento foram ouvidos 39 empresas, sendo 17 construtoras, 12 locadoras e 10 dealers de equipamentos. Os dealers, apesar da baixa quantidade, representam mais de 50% do setor, segundo a Sobratema.

Menor frota parada e expectativa positiva
Outro aspecto positivo apontado pela pesquisa da Sobratema é a redução da frota ociosa. Hoje, as empresas entrevistadas relataram uma média de 28% de equipamentos parados em pátio. A porcentagem é razoável, já que historicamente é recomendado que as empresas mantenham um volume de equipamentos disponíveis para atender clientes de imediato. Para nível de comparação, em 2017 e 2018 esse mesmo estudo apontou a média de 50% e 40% de frota ociosa, respectivamente.

A perspectiva da Sobratema para 2020, por fim, é relativamente moderada perto do todo apresentado. A associação espera que o setor aumente 10%, sendo que as vendas da linha amarela atingiriam 18,2 mil unidades.

Concreteira do Futuro desponta no interior paulista

Planta é modelo no controle logístico, reciclagem de água e concreto e nível de automação no carregamento de insumos.

Fit Concreto, em Tambaú, usa tecnologia de ponta.

Por um tablet na cabine, o operador da pá carregadeira aciona os comandos da central de concreto. O traço da mistura já está pré-definido em sistema e não há outro operador na central. Aliás, não há outro operador em qualquer lugar do pátio de produção do concreto. É o operador da carregadeira quem gerencia o tempo de produção. Para isso, ele acompanha o trajeto do caminhão betoneira pelo tablet ou um smartphone identificando quando ele chegará da última obra para receber uma nova carga. Quando chega, o resto da última carga é limpado do balão e todo esse resíduo – principalmente a água – é efetivamente reciclado. O carregamento da central dosadora de concreto é mais rápido, porque as baias de areia e brita, que são os materiais mais volumosos da mistura do concreto, estão estrategicamente posicionadas perto da alimentação da central, reduzindo o trajeto da pá carregadeira.

Essa é a história de uma concreteira do futuro, mas que já existe. A operação ocorre diariamente em Tambaú, no interior de São Paulo, e é realizada pela FIT Concreto, uma concreteira criada como conceito para demonstrar que é possível produzir concreto de melhor qualidade e de forma mais rentável com o uso de tecnologias.

Mauro C. Santos, gestor da FIT Concreto, explica que o reciclador da empresa recicla 100% da água utilizada na produção do concreto, inclusive a água de chuva do pátio. “Já o resíduo de concreto é mais de 70% reciclado e o material fino vai para a caixa de decantação, onde ainda passará por um processo de limpeza antes do descarte”, diz. Após a decantação, o resíduo é destinado para prefeituras e obras de pavimentação, onde é utilizado como base para asfaltamento.

Com essa taxa de reciclagem, assegura Mauro, é seguro dizer que a FIT Concreto tem a recicladora mais efetiva do Brasil. Ele explica que outros sistemas em concreteiras não apresentam o mesmo desempenho por falta de adaptações no equipamento. “As recicladoras disponíveis no mercado não são plug and play (instale e use). Elas precisam de várias adaptações. Fizemos na nossa, com engenharia própria, e estamos colhendo os resultados”, salienta.

O silo, onde fica armazenado o cimento, é horizontal, de fabricação da SITI. Isso, segundo Mauro, dispensa a necessidade de fundações no pátio da concreteira para suportar o equipamento de armazenamento. O despejo do material é feito através de rosca transportadora, que oferece bom escoamento devido o contato direto ao longo do percurso do helicoide (hélice) presente na parte inferior do silo. “Esse silo tem design para facilitar o escoamento do material para a rosca transportadora, emulando o efeito da gravidade para dar a eficiência necessária”, explica o especialista.

As ligações elétricas e pneumáticas do silo horizontal são feitas em fábrica e o equipamento chegou pronto para a montagem, realizada em cerca de sete horas, na FIT Concreto. “Só precisamos disponibilizar o espaço nivelado e compactado, sem qualquer estrutura de fundação. Isso otimizou tanto o prazo de instalação quanto os custos com provisionamento”, detalha o gestor da FIT Concreto.

A planta foi dimensionada para produzir até 2 mil m³ de concreto por mês. Hoje opera com um pouco mais de 50% da capacidade, a exemplo do mercado de construção civil que ainda se recupera. Mauro e sua equipe trabalham em novos desenvolvimentos, sendo que um deles deve elevar em 50% a capacidade da concreteira. “Estamos em fase final de desenvolvimento de uma tecnologia de pesagem que melhorará ainda mais a logística. Explicaremos detalhes assim que for possível”, conclui.

SITI é a marca do Grupo RCO para o mercado de concreto

Empresa, adquirida nesse ano, passa a concentrar toda a linha de equipamentos,
incluindo centrais de concreto, silos, betoneiras e gruas. Com a nova estratégia, a
SITI também reforça sua presença no Brasil e em outros países da América Latina

Com o slogan Inovação é o que nos move, o Grupo RCO vai oficializar seu
reposicionamento de mercado durante a Concrete Show 2017, que acontece de quarta (23) a sexta (25) dessa semana em São Paulo. Com a aquisição da SITI, fabricante de betoneiras e de gruas, o Grupo concentra todos os negócios da indústria de concreto numa só marca, incluindo agora as centrais de concreto e silos. A plataforma completa de soluções, por sua vez, também será trabalhada no mercado latino-americano, onde as duas empresas atuavam separadamente.
Para apresentar a novo posicionamento, a SITI criou um estande extremamente
diferenciado, com a tecnologia de projeção mapeada. A projeção apresenta um
conjunto de vídeos que dão vida à betoneira: ela viaja – virtualmente – por várias
obras do Mercosul – da Cidade Olímpica, no Rio, ao metrô de Caracas, passando pela
hidrelétrica de Jirau. A presença do veículo acontece graças à alta tecnologia de mídia
e cria uma dinâmica de inovação, uma das marcas registradas do Grupo RCO.
“Inovação está no nosso DNA e ele permanece nessa transição de mercado para a
SITI”, explica Donizetti de Oliveira, sócio-diretor do Grupo RCO. Ele destaca que o
estande também foi preparado para mostrar como a SITI passa a incorporar a
tecnologia reconhecida do Grupo na área de centrais e silos. A maior
internacionalização da marca para a América Latina é outro aspecto que deve ser
reforçado durante os três dias do evento, que acontece no São Paulo Expo.
O lançamento da companhia, o Beton Bomba, com capacidade para 28 m3, reforça
também a participação da SITI, dona de uma fatia de 35% do segmento de betoneiras.
Trata-se de um equipamento multitarefa que reúne as qualidades do balão betoneira
com o sistema de bombeamento para pequenas obras.
Internacionalização para a América Latina é reforçada

A atuação latino-americana é outra novidade do Grupo RCO. Com a marca SITI, ele
foca sua atuação no segmento de concreto para a Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia,
Paraguai, Peru e Uruguai. “Já temos negócios efetivados em alguns desses países, com destaque para a venda de centrais de concreto em Chaco, na Argentina”, diz Alexandre Zaccara, diretor de desenvolvimento de negócios do Grupo RCO para a América Latina.
Segundo ele, a grupo trabalha na nomeação de dealers locais e na negociação de
grandes contas nos países latino-americanos citados.
Com a mudança, a marca RCO ganha uma nova roupagem – RCO Soluções Industriais – e passa a ser adotada para toda a linha de produtos voltados a processos específicos em indústrias de vários segmentos, com destaque para os segmentos automotivo, alimentício, cerâmico e químico, entre outros.
Entre os destaques dos equipamentos fabricados pela RCO Soluções Industriais estão
racks para transporte seguro de motores, carros de bobinamento e rebobinamento,
tanques para armazenamento de lubrificantes e outros.
Sobre o Grupo RCO
O Grupo RCO é formado pelas marcas SITI e RCO. A SITI, há mais de 50 anos fabricando equipamentos de qualidade para os mercados brasileiros de construção e cerâmica, foi adquirida pela RCO em 2017, compondo o grupo industrial. A RCO, fundada em 1991 na cidade de Tambaú (SP), é 100% brasileira e focada no desenvolvimento de soluções de qualidade, com uma busca incessante por inovação. A união dessas duas culturas da indústria nacional deu origem a um Grupo de credibilidade, com histórico de mercado e de capacidade produtiva suficiente para atender todo o Brasil e América Latina. A produção do Grupo RCO é concentrada em um parque fabril de 60 mil m², na cidade de Mogi Guaçu (SP).

Fabricante de pneus ativa sistema de armazenamento de óleo em apenas três meses

Projeto, desenvolvido pela engenharia RCO em parceria com a chinesa Mesnac, foi entregue no prazo solicitado pelo cliente e contemplou a automação completa do sistema, proporcionando redução de custos extras para armazenagem e eliminação de falhas de abastecimentos na unidade.

Uma fabricante mundial de pneus com unidade industrial no Nordeste brasileiro tinha o desafio de reduzir custos extras com armazenagem e falhas que o sistema já existente de armazenamento de óleo estava causando na sua linha de produção. Usado na mistura da borracha aplicada na fabricação de pneus, a instalação era formada por cinco tanques de 70 mil litros que armazenavam diferentes tipos de óleo. Como o abastecimento era feito pela seleção manual de válvulas, o risco de alimentação incorreta dos silos não poderia ser descartado.

“O desafio era projetar, instalar e comissionar um novo sistema que aumentasse a capacidade de armazenamento dos óleos de maior consumo, sendo que a entrega dos silos de armazenamento, equipamentos fundamentais do processo, deveria ser feita até o começo de fevereiro”, explica William Kulmacz, gerente de Serviços Técnicos da Mesnac na América Latina. Com uma equipe concisa e operando há pouco tempo no Brasil, a empresa oriental iniciou o processo de substituição em dezembro de 2015. Parceira no projeto, a RCO tinha a missão de cumprir o prazo especificado.

Mudança total no abastecimento e adoção de automação
O novo projeto foi dividido em três etapas. A primeira envolveu o aumento da capacidade de armazenamento: dos cinco tanques já existentes, dois respondiam por 80% do consumo da fábrica. O primeiro deles teve a capacidade triplicada e, o segundo, dobrou de tamanho.

A segunda medida foi a instalação de cinco bombas dimensionadas para o desempenho esperado, equipadas com componentes em materiais compatíveis com o fluido em questão, sistema de selagem interno em material extra duro garantindo a vedação total entre carcaça/eixo, com mangueiras individuais, separando o abastecimento dos tanques. Além disso, todos eles receberam uma bomba de recirculação, a fim de melhorar o nível de temperatura de óleo.

A terceira iniciativa envolveu a instalação de uma casa elétrica com cinco pares de bombas, para que cada par transporte o óleo do tanque até à fábrica. “A duplicação mantém a disponibilidade absoluta do sistema. Ou seja, a alimentação da fábrica ganhou em quantidade e confiabilidade de processo”, explica Kulmacz.

A automação foi outra novidade adotada: a RCO desenvolveu um sistema automático de descarregamento do caminhão e carregamento dos tanques por meio de escâner e chaves de habilitação, as quais autorizam a alimentação de um tanque por vez. Com isso, eliminou-se a possibilidade de erro de armazenagem.

RCO e Mesnac – parceria de dez anos
Segundo Kulmacz, a escolha da RCO como parceira no projeto não foi um caso isolado. “Trabalhamos juntos em projetos mecânicos, elétricos e de sistemas de transporte há mais de dez anos. Portanto, sei que se trata de uma empresa confiável, capaz de oferecer soluções de alto nível”, argumenta.

De acordo com ele, essas características foram cruciais para que a entrega dos tanques e dos projetos associados a eles fosse feita no prazo solicitado pelo cliente final. “Apenas empresas capazes de executar projetos excepcionais teriam sucesso nesse caso. Nós conseguimos entregar o equipamento fundamental, os silos, com um dia antecipado”, completou.

Para a RCO, o sucesso do fornecimento foi resultado da experiência de 25 anos da companhia no desenvolvimento de soluções e produtos para a indústria de borracha e pneus, alinhados à expertise da chinesa Mesnac. “Estamos muito felizes com o excelente resultado do trabalho árduo de ambas as empresas e a plena satisfação do cliente com este fornecimento em conjunto”, finalizou Claudio Scarpin, consultor comercial da RCO.

Grupo RCO adquire fabricante de autobetoneiras que detém 35% do mercado e planeja triplicar faturamento em dois anos.

Com otimização fabril, empresa manterá a produção de gruas e autobetoneiras da recém-adquirida SITI e ainda ampliará em mais de 50% a produção de centrais de concreto e silos verticais e horizontais para o mercado latino-americano.

O Grupo RCO acaba de finalizar a aquisição integral da fabricante de autobetoneiras e gruas de médio porte SITI (Sociedade de Instalações Termoelétricas Industriais). Com a negociação, a RCO assume imediatamente a operação da estrutura fabril da SITI, com 22 mil m² de área construída e um dos mais completos parques de equipamentos industriais do setor, capaz de produzir até 100 autobetoneiras e 04 gruas médias mensalmente, além de outros equipamentos de metalurgia avançada.

“A SITI detém 35% do parque aproximado de 12 mil autobetoneiras que circulam no Brasil. Essa expertise junto com a carteira qualificada de clientes de centrais de concreto e silos verticais e horizontais de armazenamento da RCO, além da concreteira-modelo FIT, nos confere condições de obter a maior penetração do mercado nacional de concretagem profissional. Mais do que isso, esse mercado passa a receber uma oferta única e completa de equipamentos para a execução de concretagens realmente eficientes”, diz Carlos Donizetti de Oliveira, presidente do Grupo RCO.

O executivo explica que, além do mercado de gruas e autobetoneiras, que deve alcançar níveis de crescimento vultosos a partir de 2018, a estrutura fabril da SITI foi grande influenciadora da decisão. “Estamos falando de grande área fabril e que ainda pode ser ampliada, pois o terreno que a comporta tem quase três vezes o tamanho da área construída”, diz ele. “Com essas estruturas, ficamos preparados para a retomada do crescimento econômico, seja para a fabricação das gruas e autobetoneiras para ampliar o market share que a SITI já detém, ou seja, para ampliar o volume de produção de centrais de concreto e silos ou de equipamentos para a indústria de pneus, outra divisão do Grupo”, completa.

A fábrica adquirida tem, entre outros equipamentos, 22 pontes rolantes, plasmas, mais de 100 máquinas de soldagem, três cabines avançadas de pintura, serrarias diversas e balança rodoviária. Com essa estrutura e pequenos ajustes, avalia Carlos Donizete, é possível fabricar 120 autobetoneiras, 08 gruas, 10 centrais de concreto e 30 silos. “Ou seja, ampliamos a capacidade fabril de silos e centrais de concreto em 50%”, salienta.

Outro ponto crucial da negociação foi manter o atual sócio e diretor geral da SITI, Ezio Molina, na operação por no mínimo mais três anos. “O Molina é uma das pessoas que mais conhecem o mercado de concretagem profissional no Brasil e tenho certeza de que ele continuará contribuindo com o nosso sucesso não só por esses três anos, mas por quanto tempo mais ele quiser”, diz Carlos Donizetti.

Betoneiras e Gruas da SITI. Centrais de Concreto e Silos da RCO. Agora sob um mesmo grupo corporativo.

Com as novas estruturas, a expansão de negócios para a América Latina e o crescimento constante dos negócios do Grupo RCO tanto no mercado de concreto quanto no de equipamentos para a indústria de pneus, a projeção é que a empresa ultrapasse o faturamento de R$ 140 milhões já em 2018. Isso representaria praticamente o triplo do que as operações em questão faturaram em 2015.

“Somente a SITI, cuja atuação é sólida no mercado nacional há 40 anos, já teve picos de faturamento anual de R$ 100 milhões em 2012. Acreditando na retomada do crescimento econômico e com uma oferta de produtos e serviços integrada, fica evidente a quão conservadora e factível é a projeção de faturamento que estamos apresentando para 2018”, conclui o presidente do Grupo RCO.